Por
meio do twitter, a mais nova ativista gay Daniela Mercury não para de
fazer declarações que tem causado muita discussão. Sob o ponto de vista
da cantora, não tem cabimento num país laico como o Brasil existirem
tantos programas na televisão e no rádio fazendo evangelização.
O país laico, no entanto, é exatamente um país que é tolerante a todas as religiões. O que não se pode, num estado laico, é o poder público fazer qualquer imposição ou se direcionar para qualquer segmento religioso. A cantora parece que não sabe que o Brasil vive um estado democrático de direito e por isso existe no país a liberdade de expressão, que ela própria, inclusive, tem usado bastante para externar suas ideias homossexuais.
O país laico, no entanto, é exatamente um país que é tolerante a todas as religiões. O que não se pode, num estado laico, é o poder público fazer qualquer imposição ou se direcionar para qualquer segmento religioso. A cantora parece que não sabe que o Brasil vive um estado democrático de direito e por isso existe no país a liberdade de expressão, que ela própria, inclusive, tem usado bastante para externar suas ideias homossexuais.
Para
Mercury deve-se excluir princípios religiosos como referência para a
sociedade: “Os livros que regem nossa convivência social são a
constituição brasileira e a declaração universal dos direitos humanos.
Não são só os cristãos que são bons,tem gente boa com dezenas de outras
crenças na face da terra”, disse a cantora gay.
Infelizmente, esse ponto de vista equivocado de Daniela, não é exclusivo dela. Na verdade, na ânsia de defender a prática gay, e por não suportar qualquer crítica ao comportamento homossexual que vivem, força-se o entendimento do que seja um país laico.
Infelizmente, esse ponto de vista equivocado de Daniela, não é exclusivo dela. Na verdade, na ânsia de defender a prática gay, e por não suportar qualquer crítica ao comportamento homossexual que vivem, força-se o entendimento do que seja um país laico.
Não
se pode admitir esta ditadura que o movimento gay quer impor. Eles
podem dizer o que quiserem, podem usar a mídia como bem entenderem para
exaltar, defender e fazem apologia à prática homossexual. Entretanto,
para todos que lhes são contrários, há uma movimentação para calá-los. E
para isso até projetos de leis são apresentados no Congresso Nacional
para silenciar as vozes contrárias. Ou seja, os gays não suportam o
contraditório.
O que Daniela Mercury defende não é novidade, aliás, ela na verdade está agindo como uma porta-voz do movimento gay. As ideias GLBTT encontram na cantora um grande eco.
Imagine se um pastor, um qualquer evangélico, defendesse a proibição da exposição de gays e de suas ideias na mídia? Logo seria tratado de homofóbico e os principais jornais e canais de TV o transformariam num monstro. Já a atitude cristofóbica de Daniela Mercury é elogiada e exaltada.
O Brasil é laico, e exatamente por isso, os evangélicos podem e devem se utilizar da mídia para expor o que pensam, defendem e vivem.
O que Daniela Mercury defende não é novidade, aliás, ela na verdade está agindo como uma porta-voz do movimento gay. As ideias GLBTT encontram na cantora um grande eco.
Imagine se um pastor, um qualquer evangélico, defendesse a proibição da exposição de gays e de suas ideias na mídia? Logo seria tratado de homofóbico e os principais jornais e canais de TV o transformariam num monstro. Já a atitude cristofóbica de Daniela Mercury é elogiada e exaltada.
O Brasil é laico, e exatamente por isso, os evangélicos podem e devem se utilizar da mídia para expor o que pensam, defendem e vivem.
Fonte:Blog Francisco Evangelista

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