A geração no poder, em governos locais ou no
Palácio do Planalto, continua ignorando a força das redes sociais –
Twitter, Facebook etc. É através delas que milhões de pessoas se
comunicam intensamente, até para se divertir, mas também estabelecendo
uma nova forma de militância política. Os partidos envelhecem e, sem
perceber, são substituídos pelas redes sociais como força mobilizadora
da sociedade.
Os protestos no Brasil, grande parte deles protagonizados por rebeldes
sem causa, nasceram como a “primavera árabe”: nas redes sociais.
Há manifestantes meio bobocas, mas estão conectados às técnicas mais elementares de chamar atenção e ganhar as manchetes.
Menina mascarada, que esteve na OAB entre os líderes dos protestos em
Brasília, exibia na camiseta a expressão “Abaixo a ditadura”. Qual?
Claudio Humberto
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