TSE: farra de horas extras provoca saída do diretor e secretária de controle

ALCIDES DINIZ ERA O DIRETOR-GERAL DO TSE
A ministra Cármen Lúcia, que preside o Tribunal Superior
Eleitoral, exonerou o diretor-geral, Alcidez Diniz, e a secretária de
Controle Interno e Auditoria do TSE, Mary Ellen Gleason Gomide Madruga.
Um dos motivos foi o pagamento milionário de horas extras a
funcionários do tribunal. Um deles recebeu mais de R$ 60 mil em apenas
um mês. Mary Ellen Gleason Gomide Madruga teria recebido mais de R$ 26
mil, em novembro. Só em novembro, o gasto com esses adicionais foi de
cerca de R$ 3,8 milhões para pagamento dos 567 funcionários que alegam
ter dado expediente fora de hora. Entre setembro e novembro, essas
horas extras totalizaram R$ 9,5 milhões.
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