sexta-feira, 19 de agosto de 2016

10 dicas das Escrituras àqueles que desejam ser melhores pais e mães.


Volta e meio alguém me pergunta o que fazer para construir uma relação saudável com os filhos. Pois é, pensando em ajudar a alguns pais que tem tido dificuldade em relacionar-se com a garotada, resolvi elencar dez dicas para aqueles que desejam ser melhores pais e mães, senão vejamos:

1-) Sejam pais presentes. Estejam com seus filhos em todo tempo ensinando-os no caminho que deve andar. (Provérbios 22:06)

2-) Dedique tempo para ensinar as Escrituras aos seus filhos quando juntos estiverem em casa. (Deuteronômio 6: 6-7)

3-) Ouça mais, fale menos e brigue menos. ( Tiago 1:19)

4-)Não irritem os vossos filhos com ações, palavras e discussões necessárias.(Efésios 6:04)

5-) Seja integro, correto e honesto e os seus filhos serão felizes. (Provérbios 20:07)

6-) Assim como o Senhor é compassivo e misericordioso com seus filhos, seja você também compassivo com os seus.  (Salmos 103:13)

7-) Não se negue a por limites, ou mesmo disciplinar seus filhos. (Provérbios 13:24 22; 22:06,15; 29:15.

8-) Celebre a vida com os seus filhos. Lembre-se que as Escrituras nos ensinam que existe tempo para todas as coisas, inclusive para rir e celebrar.(Eclesiastes 3:1-4)

9-) Reclame menos, múrmure menos. (Filipenses 2:14)

10-) Trate seus filhos com ternura. Lembre-se que Jesus agiu assim com os pequeninos (Mateus 18:10; 19:14).  

Pense nisso!

Pr Renato Vargens



A Igreja Evangélica Assembleia de Deus no Estado de Alagoas está nos últimos preparativos para a 93ª Escola Bíblica de Obreiros. Na oportunidade, serão comemorados também os 101 anos de fundação da igreja no estado.
O tema deste ano será: "Voltando ao princípio", inspirado no livro de Atos dos Apóstolos 11.15, que diz: "E, quando comecei a falar, caiu sobre eles o Espírito Santo, como também sobre nós ao princípio". Esta será a segunda Convenção presidida pelo reverendo José Orisvaldo Nunes de Lima, que, juntamente com a Comissão de Ministros, traz para igreja a tônica do crescimento espiritual e do avivamento vivido pelos primeiros cristãos.
O evento seguirá a programação habitual, com os estudos realizados no templo central, no bairro do Farol, durante a manhã, e os cultos à noite no Castelo do Desfiladeiro, localizado na cidade de Rio Largo, região metropolitana de Maceió.
Nas próximas semanas, serão anunciados mais detalhes da festividade, como os ministros convidados e os departamentos de louvor que participarão do evento. As informações serão publicadas no Portal AD Alagoas e nas redes sociais oficiais da Assembleia de Deus.

Dias de Clamor
Nos últimos meses, mais de 150 mil membros têm sido conclamados a se levantar em períodos de jejum e oração conhecidos como "Dias do Clamor". Esta grande consagração vem acontecendo em todo estado de Alagoas, no terceiro domingo de cada mês, e reflete o desejo da liderança e da membresia da igreja para que a realização deste ano seja dirigida pelo Senhor e que os ministros sejam edificados e fortalecidos para a obra.

Faz bem ouvir.


A ASSUNÇÃO DE MARIA

Uma das tristes verdades que podemos encontrar na História da Igreja Cristã é o desrespeito pela Sagrada Escritura, proveniente do ensino infundado nela, e tido como se fosse a sua continuidade.
Em quase todos os séculos têm aparecido, aqui e ali, indivíduos e movimentos pugnando pelo regresso às fontes do Cristianismo. Alguns foram até Tomás de Aquino, outros recuaram até Agostinho, e bem poucos chegaram a Cristo e à Sua Palavra.
Entre esses poucos contam-se aqueles que viveram fiéis a Deus e à Bíblia, selando a fé com o seu sangue, e os que perderam a vida e causaram a perda de muitos outros, por haverem usado, na propagação das suas ideias, o espírito da força em vez da força do Espírito.
Os filhos de Deus devem voltar às origens da fé cristã, sem imporem as respectivas doutrinas à sociedade secular ou à Igreja, por meios impróprios. Como se lê nas Escrituras: “Não por força, nem por violência, mas pelo meu Espírito, diz o Senhor dos Exércitos” (Zacarias 4.6).
Ao mencionar as origens do Cristianismo, sou forçado a dizer que a doutrina sobre a Assunção da Virgem Maria não pode ser sustentada pelas Escrituras Sagradas. Infelizmente, ainda são muitos os religiosos que creem, ensinam, escrevem e difundem ensinos espúrios, como se ortodoxos fossem.
Os defensores assuncionistas não se fundamentam no Velho ou no Novo Testamento, mas nos livros apócrifos, que a própria Igreja Católica sequer reconhece como deuterocanônicos.
Passo a transcrever algumas passagens dos Evangelhos Apócrifos: “Abandonarás o mundo daqui a pouco e partirás, segundo a tua petição (…), para ficares ao lado de teu Filho, para viver a vida autêntica e perene” (evangelho de São João Teólogo, edição BAC, p. 583). “Pelo que todos creram que seu venerável e imaculado corpo havia sido transladado ao Paraíso” (idem, p. 605-606). “Os apóstolos que ainda viviam na Terra, foram avisados de que a Assunção de Maria teria lugar em Jerusalém, e, levados aqui duma forma miraculosa, juntaram-se aos apóstolos que ressuscitaram e a Jesus que ali veio para honrar a solenidade do evento” (idem, p. 585, 587, 598). Eis em traços largos, o que se lê nos apócrifos sobre a ‘assunção’, que de modo algum são dignos de crédito.
Relativamente à Ascensão do Senhor Jesus Cristo, a coisa é muito diferente, como se poderá verificar na Palavra de Deus. No Salmo 24.7-9, pode-se ler: “levantai-vos, ó entradas eternas, e entrará o Rei da Glória”. Fato concretizado segundo o registro de Lucas (Atos 1.11): “Esse Jesus, que de entre vós foi recebido em cima no céu…”. O Salvador partiu, e agora esperamos a Sua segunda vinda, a fim de irmos com Ele (1Tessalonicenses 4.15).
É verdade que tanto o espírito de Maria, como o de todos os salvos antes da ascensão de Cristo, foram com Ele para o Paraíso (Efésio 4.8), mas nenhum dos seus corpos ali se encontra, com a possível exceção de Enoque e Elias que não provaram a morte.
Os cristãos devem acreditar sinceramente na Ascensão de Jesus, mas não estão obrigados a crer na assunção de Maria. Destituída do argumento da assunção da Virgem, a doutrina da sua mediação não teria muito sentido. Os cristãos podem e devem dispensar a mediação e intercessão de Maria, dos Anjos e dos Santos que se encontram no Céu, visto Jesus Cristo ser o único Mediador entre Deus e os homens (1Timóteo 2.5), e seu Intercessor (Hebreus 7.25).
Pr. Antonio Costa Barata
Nota: Publicado na Revista Novas de Alegria, março de 1974.  / Blog do Diácono Márcio Santos.

O DÍZIMO NÃO É UMA INVENÇÃO DA TEOLOGIA DA PROSPERIDADE.


Como sabem, o dízimo é uma porcentagem exigida ao povo judeu que não se transfere como mandamento para a igreja. Cremos que é um bom padrão para guiar aquilo que o Novo Testamento enfatiza: contribuições voluntárias. Porém, é importante entendermos que dar ou não o dízimo, defender ou não os 10%, não é o pilar sobre o qual se sustenta a fé cristã e que o erro fundamental da teologia da prosperidade é a barganha com Deus através do dízimo (e não o dízimo em si).
Assim, cremos que as palavras de Paulo em Romanos 14.4-6 podem se aplicar a esta situação também: “Quem és tu que julgas o servo alheio? […] Cada um tenha opinião bem definida em sua própria mente.” Isso significa, que alguns de vocês devem parar de condenar de herege todo pastor que fala sobre o dízimo ou de ludibriado todo dizimista. E outros, devem parar de julgar como infiel o que oferta generosamente, mas entende que o dízimo não é para os dias de hoje. Ambos o fazem para o Senhor e lhe dão graças.
Dito isto, há irmãos amados em Cristo, como o presbítero Solano Portela, que entendem a validade do dízimo para manter a proporcionalidade no que é dado. Leia abaixo:


Introdução – Mordomo e Mordomia.
Mordomo? Quando ouvimos esta palavra, vem à mente uma figura antiquada; uma pessoa de idade vestida com um fraque, servindo refeições em um castelo; ou, muitas vezes, o culpado dos crimes cometidos em histórias policiais. A palavra mordomo, entretanto, significa simplesmente administrador. Na Bíblia, no livro de Gênesis (39.4), lemos que José recebeu a confiança do alto oficial da corte de Faraó, “de modo que o fez mordomo da sua casa, e entregou na sua mão tudo o que tinha”. Temos outros exemplos, também na Bíblia, entre esses o do Eunuco, o alto oficial etíope, (Atos 8.27), a quem Filipe pregou o evangelho. Ele é chamado de mordomo principal da rainha da Etiópia. Veja a extensão de suas responsabilidades no próprio verso: ele “era superintendente de todos os seus tesouros”. Ser mordomo, portanto, é algo muito importante. A palavra, no original grego, significa literalmente – “aquele que coloca a lei na casa”, ou o que administra a casa de acordo com a lei.
Mordomia é o exercício dessa capacidade de administração. Essa palavra é ouvida com frequência em igrejas, normalmente referindo-se às obrigações sobre contribuições. O seu sentido, entretanto, é muito mais amplo. Da mesma forma como Potifar colocou nas mãos de José a administração de todos os seus bens, Deus, ao criar o homem, colocou em suas mãos toda a criação para ser administrada. Isso pode ser constatado. Você pode constatar isso, lendo Gênesis 1.28 – “Então Deus os abençoou e lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos; enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu e sobre todos os animais que se arrastam sobre a terra”. Nesse sentido, somos mordomos de Deus sobre o tempo, que recebemos dele; sobre os bens que ele nos dá e sobre tudo mais que ele nos concede, em nossa vida.
Inserido, portanto, na definição de mordomia está o conceito de responsabilidade. Somos responsáveis pela utilização correta de tudo que provém de Deus e isso se inicia com o reconhecimento de sua pessoa e de que temos que glorificá-lo no todo de nossa vida (1 Coríntios 10.31). Somos bons mordomos se demonstramos responsabilidade no uso de nosso tempo, de nosso dinheiro e até nas escolhas de nossas amizades.
Esse é o estudo de mordomia, nesse sentido abrangente. Queremos focalizar nossa atenção apenas no reconhecimento de que somos mordomos; de que tudo o que temos pertence ao Senhor; e de como temos o privilégio de indicar o reconhecimento da bondade e misericórdia, através de nossas contribuições. Gostaríamos, portanto, de focalizar o aspecto tradicional do tema mordomia – o das contribuições, mas com uma abordagem um pouco diferente da tradicional.


As bases da contribuição decimal (Gênesis 14.18-20)
Registros antigos, na Palavra de Deus, que antecedem a Lei Cerimonial e Judicial do Povo Judeu, mostram que dar dez por cento das posses, ou seja, o dízimo, era uma prática religiosa abraçada pelas pessoas tementes a Deus, como forma de adoração e reconhecimento de que nossos bens procedem da boa vontade de Deus. Nesse sentido, Abraão, quando deu o dízimo ao sacerdote do Deus altíssimo – Melquizedeque (Gênesis 14.18-20), estava exatamente dando extensão à sua compreensão de mordomia, demonstrando reconhecimento a Deus pelas bênçãos recebidas nesta vida. Assim, simbolicamente, testemunhava que tudo era de Deus.
Essa foi também a compreensão de Jacó (Gn 28.20-22) quando faz um voto a Deus. Ali, lemos: “Fez também Jacó um voto, dizendo: Se Deus for comigo e me guardar neste caminho que vou seguindo, e me der pão para comer e vestes para vestir, de modo que eu volte em paz à casa de meu pai, e se o Senhor for o meu Deus, então esta pedra que tenho posto como coluna será casa de Deus; e de tudo quanto me deres, certamente te darei o dízimo”. Dentre os muitos textos encontrados na Bíblia sobre contribuições e, mais especificamente sobre o dízimo, este entrelaça o conceito de bênçãos materiais advindas de Deus, com o reconhecimento da oferta proporcional como adoração e expressão da nossa mordomia. Jacó estava em uma jornada, comissionado por seu pai, Isaque, para encontrar uma esposa (28.1,2). Após haver sonhado (28.10-15) com a presença de Deus, no qual ele lhe promete proteção, acompanhamento e a formação de uma descendência, Jacó se atemoriza (28.16) e ergue um memorial a Deus (28.18-19).
A seguir, Jacó faz o seu voto. Deus já havia reafirmado: “eis que estou contigo” (28.15), Jacó indica (28.20,21) que, mediante as dádivas divinas da:

presença (“for comigo”),
proteção (“me guardar”),
pão (“me der pão”),
provisão (“roupa que me vista”) e
paz (“que eu volte em paz”) – ele o adoraria
declarativamente (“o Senhor será o meu Deus”),
demonstrativamente (“pedra, que erigi por coluna, será a casa de Deus”) e dizimalmente (“certamente eu te darei o dízimo”).
Com isso, Jacó, antes da Lei Cerimonial e Judicial de Israel, dava continuidade à prática já demonstrada por Abraão, de que, em reconhecimento à segurança, que vem de Deus; ao alimento, que vem de Deus; às vestimentas, que vêm de Deus e à paz, que vem de Deus, o dízimo será dado. Esses registros antecedem a dádiva das leis específicas aos Hebreus, no Antigo Testamento. A prática, portanto, não parece estar limitada aos aspectos formais da Nação de Israel. Estava presente na humanidade, como um todo.
Assim, nem a Lei Cerimonial, nem a Judicial, da teocracia de Israel, são a base para a prática do dízimo, pois as determinações dessas leis foram cumpridas em Cristo. A defesa do dízimo utilizando prescrições específicas da Lei Mosaica carece de uma base exegética mais sólida. A base antecede as leis de Israel, entretanto, o estudo dessas leis mostra, pelo menos, um grande e importante aspecto: a seriedade com a qual Deus apresentava e tratava essa questão do dízimo. Não somente ele entrelaçou, na Lei de Israel, a prática que a antecedia, mas castigos caíram sobre a nação exatamente pela quebra dessa determinações. Esquecê-las era a mesma coisa que “roubar a Deus” (Ml. 3.7-10).
No Novo Testamento também encontramos princípios que nos levam a deduzir a continuidade da contribuição decimal. Vamos analisar pelo menos dois desses.
Contribuir Planejadamente (2 Coríntios 9.7)
O primeiro princípio neo-testamentário, é que a Bíblia ensina que deve-se contribuir planejadamente. Escrevendo aos coríntios, Paulo diz: “Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, nem por constrangimento (Atualizada: “necessidade”); porque Deus ama ao que dá com alegria”.
Frequentemente este trecho é estudado apenas em seu entendimento superficial, e sendo interpretado de que ele fala simplesmente da voluntariedade da contribuição. Mas o fato, é que ele ensina que a contribuição deve ser alvo de prévia meditação e entendimento. Isso indica, com muito mais força, que ela deve ser uma contribuição planejada, não aleatória, não dependente da emoção do momento (todos esses elementos são válidos, mas não são os únicos e principais determinantes).
Deus ensina que o “mover do coração” não significa a abdicação de responsabilidades. O alerta é para que não é possível que portas abertas, colocadas à frente, sejam esquecidas. No que diz respeito à contribuição, muitos ficam esperando o “mover do espírito”. Tudo isso soa muito piedoso e espiritual, mas propor no coração, significa que deve-se considerar com seriedade que a contribuição deve ser planejada. O próprio verso 5, neste capítulo, reforça esse entendimento, indicando que a contribuição deveria ser “preparada de antemão”, ou seja deveria haver planejamento.
Como será esse planejamento? Individualizado? Dependente da cabeça de cada um? Talvez seja possível se achar excelentes formas de planejar. Mas será que será encontrada melhor forma do que a estabelecida na Bíblia: que é a dádiva do dízimo, o reconhecimento simbólico de que tudo o que temos pertence a Deus?
O dízimo representa a essência da contribuição planejada e sistemática. Consequentemente, será que não deveríamos propor no nosso coração dar o dízimo? Veem como isso muda a compreensão que tantos têm do verso? Alguns dizem: “o dízimo constrange”; “com obrigação não pode haver alegria na contribuição”. Mas o ensinamento é justamente o contrário: proponha no seu coração, sistematize sua contribuição e a dádiva fluirá de você sistematicamente, sem constrangimentos, com alegria. Não procure inventar: contribua na forma ensinada pelo próprio Deus.
Contribuir Proporcionalmente (1 Coríntios 16.2-3)
Um segundo princípio neo-testamentário, é que Deus espera que a contribuição seja proporcional aos ganhos, ou seja, deve-se contribuir proporcionalmente. O trecho bíblico, também de uma carta de Paulo, relacionado acima, diz: “No primeiro dia da semana cada um de vós ponha de parte o que puder, conforme tiver prosperado, guardando-o, para que se não façam coletas quando eu chegar”.
O ensinamento é, mais uma vez muito claro. É óbvio que Paulo espera uma contribuição sistemática, pois ele diz que ela deveria ser realizada aos domingos (no primeiro dia da semana), que é quando os cristãos se reuniam. O trecho é muito rico em instrução, demonstrando até a propriedade de reunião e culto aos domingos, contra até alguns setores do neo pentecostalíssimo contemporâneo, que insistem que deve-se continuar guardando o sábado, o sétimo dia da semana.
Mas o ponto que chama a nossa atenção, é o fato de que Paulo ensina que a contribuição deve ser conforme Deus permitir que se prospere, ou seja, conforme os ganhos de cada um. Essa é a grande forma equitativa apontada por Deus: as contribuições devem ser proporcionais, ou seja um percentual dos ganhos. Assim, todos contribuem igualmente, não em valor, mas em percentual.
Verificamos que é possível se inventar um percentual qualquer. Talvez isso fosse possível se nunca tivéssemos tido acesso ao restante da Bíblia, mas o percentual que o próprio Deus confirmou e registrou: dez por cento dos ganhos individuais, é por demais conhecido! Isso parece satisfatório e óbvio. Não é preciso se sair procurando por outro meio e forma de contribuição. Se isso for feito, pode-se até dizer, “eu contribuo sistematicamente com o percentual que eu escolhi”, mas nunca será possível dizer que isso é feito em paridade e justiça com as outras pessoas. Quem vai garantir que o percentual do outro é igual ao meu? Essa aleatoriedade destruiria o próprio ensinamento da proporcionalidade que Deus ensina através de Paulo. A grande pergunta que tem que ser respondida é essa: “Se Deus já estabeleceu, no passado, uma forma de proporcionalidade, por que não seguir a forma, o planejamento e a proporção determinada por Deus?”


Conclusão e Aplicação
As contribuições dizimais refletem apenas o reconhecimento de que tudo provém de Deus. Em paralelo, é preciso se estar alerta a dois pontos:
1. O exercício correto da mordomia é muito mais abrangente do que simplesmente contribuir. Envolve a responsabilidade total sobre todos os recursos que são recebidos como bênçãos de Deus nas nossas vidas.
2. A contribuição não é “ponto de barganha” com Deus. Por mais sistemática, proporcional e planejada que ela deva ser, permanece uma plataforma de adoração. Ela não tem eficácia para expiar pecados, nem para angariar “favores” de Deus. Deus condena aqueles que se esmeram no contribuir, mas se apresentam à adoração em pecado (Amós 4.4 – “… multiplicai as transgressões; e cada manhã trazei os vossos sacrifícios, e de três em três dias os vossos dízimos”).

Autor Solano Portela.


QUEM PERDOOU QUEM? A PAZ SOB RISCO.

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 Após a “reconciliação” do pastor José Wellington com o pr. Samuel Câmara, realizado no dia 07 de julho em reunião no Hotel Guanabara, Rio de Janeiro, bem como sua repercusssão nas mídias sociais, o rev. José Wellington Júnior escreveu em seu Facebook:
O GESTO DO PRESIDENTE
   O presidente da CGADBPastor José Wellington Bezerra da Costa, mostrou para todos nós, membros dessa magna convenção, porque é o nosso líder maior e porque o Senhor nosso Deus o tem conduzido a esse cargo nessas quase três décadas. Num gesto de humildade e de um verdadeiro homem de Deus promoveu, mais uma vez, a pacificação de nossa convenção.
   Reunindo-se com o Pr. Samuel Câmara aceitou o seu perdão e o reconduziu aos quadros de filiados da CGADB.
   Com esse ato deixou para trás e ao esquecimento as afrontas sofridas: em plenário (AGO´S e AGE´S), nas barras dos tribunais, nas redes sociais e nos meios de comunicação em geral. Parabéns ao nosso Presidente que continua agindo, acima de tudo, como Pastor. Não temos duvidas que o Espirito Santo continua conduzindo o seu ministério.
                                                                                                                     Pr. José Wellington Júnior
   A impressão que tenho é que o Filho de JW e pretenso candidato a substituir o pai, concorrendo com Samuel Câmara nas próximas eleições da CGADB para presidente da instituição perdeu a noção, e até digo que agiu com certa imprudência e inconsequencia.
   É publico e notório e consta em alguns jornais de forma documentada que o presidente da CGADB havia perdido uma causa milionária em favor do presidente da Igreja Mãe de Belém, e que as contas da instituição estavam sob bloqueio, isso traria um prejuizo incaulculável a CGADB e CPAD. Ora, dizer que José Wellington aceitou o pedido de perdão de Samuel, deixa no ar a ideia que ele foi quem procurou o presidente da Convenção Geral, o que duvido muito ter acontecido.
   Já escrevi sobre o fato, e teci meu comentário a respeito, se houve uma atitude nobre nessa questão, e creio que houve, partiu do pastor Samuel, que deixa de colocar no bolso mais de 9 milhões de reais de multa pelas INJUSTIÇAS sofridas nas eleições passadas.
   O perdão que merece destaque, não é o do JW em favor de Samuel,  e sim, o contrário.
   Acompanhei de perto as últimas eleições que alimentaram o litígio entre os dois, e em momento algum vi Samuel sendo deselegante com quem quer que seja. Assisti pessoas ligadas a ambas as partes se digladiando e usando de ofensas e quebra de decoro, e não me perguntem o motivo de tanta guerra, porque corre o risco de eu responder.
   Tirar proveito da situação poderá inflamar o outro lado, e a proposta de paz poderá ser quebrada. Para quem não conhece o assunto, os leigos e desinformados, pode surtir efeitos, também servirá de respaldo para os pastores alienados que seguem cegamente os gurus regionais, principalmente no meu nordeste, mas, para quem tem um pouquinho de informação e um pingo de dignidade, não embarcará nessa falácia.
   Agora vamos esperar o que acontece, se Samuel vai calar ou se pronunciar a respeito.
Pastor Robson Aguiar.

Igreja Universal é acusada de obrigar pastores a fazer vasectomia.


Igreja Universal é acusada de obrigar pastores a fazer vasectomia
O Ministério Público do Trabalho (MPT) de São Paulo condenou a Igreja Universal do Reino de Deus a indenizar com R$ 150 mil por “danos morais”, um ex-pastor. Ele prestou queixa às autoridades após ter sua casa invadida por três pessoas.
Afirmou que toda sua família foi agredida e expulsos da casa onde moravam. Líderes da IURD local o acusavam de apropriação indevida de valores, algo que não pôde ser comprovado.
O pastor diz ainda que foi obrigado a fazer cirurgia de vasectomia como condição para exercer o ministério na IURD.
De acordo com a Folha de SP, a ação indenizatória foi julgada parcialmente procedente e a Universal recorreu. No julgamento do recurso, o desembargador Erickson Gavazza Marques declarou que havia “elementos que comprovavam a prática de atos ilícitos” e manteve a condenação. Contudo, reduziu consideravelmente o valor pedido originalmente pela família, que era de R$ 500 mil de cada autor.
Em seu despacho, escreveu: “Restando demonstradas nos autos as injustas agressões praticadas pelos prepostos da requerida (Universal), bem como a imposição de vasectomia a seus pastores, presentes estão os elementos essenciais da obrigação de indenizar, sendo que o desfecho da presente ação não poderia ser outro, senão o acolhimento do pedido de reparação pela ofensa moral experimentada pelos autores”.
Gavazza Marques encaminhou os autos ao procurador-geral de Justiça. Pede que seja apurada a eventual prática de ‘esterilização generalizada’ por parte da igreja.

Igreja nega prática de esterilização
O MPT propôs que a Universal assinasse um compromisso de interromper tal exigência. Seus advogados se recusaram, afirmando que ela não existe. “A acusação é desmentida facilmente pelo fato público e notório de que grande parte de nossos bispos e pastores têm filhos”, declarou a Universal em nota oficial. Esclarece que “planejamento familiar é um tema que deve ser debatido exclusivamente pelo casal e a instituição não interfere na questão”.
Em audiência, a igreja reconhece haver dez processos contra ela. Mas lembra que possui cerca de 10 mil pastores. Embora afirme que filhos dificultam o trabalho das lideranças de “propagar o evangelho pelo mundo”, a decisão de tê-los ou não é livre.
A unidade do MPT da cidade de Osasco procura reunir provas para entrar com uma ação civil pública contra a instituição. Ainda corre no Ministério Público do Estado de SP uma apuração na área criminal sobre as denúncias.

Fonte:Gospelprime.com.br

DOUTRINA DO ESPÍRITO SANTO. PARTE I.

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Introdução.

Antes de morrer, Jesus prometeu que Ele e o Pai enviariam aos Seus discípulos “outro Consolador” (Jo. 14: 16, 26; 15: 26; 16: 7). A palavra grega traduzida por Consolador é “parakletos”, e significa advogado ou assistente em questões jurídicas.


1. Quem é o Espírito Santo?
O “outro” Consolador é alguém que dá continuidade ao ensino e ao testemunho que Jesus começou (Jo. 16: 7-15). (a) O A. T. revela muito a respeito da atividade do Espírito na Criação (Gn. 1: 2; Sl. 33: 6), na revelação (Is. 61: 1-3; Mq. 3: 8), na concessão de poder (Êx. 31: 2-6; Jz. 15: 14-15; Is. 11: 2) e na renovação interior (Sl. 51: 10-12; Ez. 36: 25-27). O Novo Testamento revela que o Espírito Santo é uma pessoa da Divindade, co-igual com o Pai e o Filho. (b) Do Espírito Santo se diz que ele fala (At. 1: 16; 8: 29; 10: 19; 13: 2), ensina (Jo. 14: 26), testemunha (Jo. 15: 26), perscruta (1Co. 2: 10) e intercede (Rm. 8: 26-27). Todos esses atos são próprios de uma pessoa. (c) O Espírito é chamado de “sete Espíritos” (Ap. 1: 4; 3: 1; 4: 5; 5: 6), expressando Sua plenitude e a diversidade de Sua obra na Igreja em vários lugares, representado pelas sete igrejas da Ásia (Ap. 1: 11-20). Essa perfeição divina é prefigurada em Zacarias 3: 9; 4: 2,10; o número “sete” expressa a perfeição do único Espírito. Ele é a terceira Pessoa da Trindade, igual ao Pai e ao Filho em glória e digno de culto, amor e obediência. (d) O Espírito glorifica a Cristo, revelando aos Seus discípulos quem é Jesus (Jo. 16: 7-15) e o que Este significa para eles (Rm. 8: 15-17; Gl. 4: 6). E ainda: O Espírito ilumina (Ef. 1: 17-18), regenera (Jo. 3: 5-8), santifica (Gl. 5: 16-18) e transforma (II Co. 3: 18; Gl. 5: 22-23). Ele dá ao povo de Deus aquilo de que ele precisa para servi-lO (I Co. 12: 4-11). (e) O pleno ministério do Espírito Santo começou no Pentecostes (At. 2: 1-4). (f) O estudo sobre o Espírito Santo divide-se em dois períodos: O do Antigo e o do Novo Testamento. No Antigo, Suas atividades e manifestações eram esporádicas, específicas e em tempos distintos. No segundo, começa no dia de Pentecostes, quando Suas atividades se concretizam direta e continuamente, através da Igreja.



2. Os vários sentidos da palavra “espírito”
A língua hebraica a traduz como “ruach”, que significa vento, hálito, respiração. Já no grego, a língua do Novo Testamento, o termo “espírito é pneuma”, “ar em movimento”, “força ativa e pessoal”. (1) “Ruach” e “Pneuma” quando se refere ao “espírito humano” diz respeito ao fôlego de vida que tornou o homem um ser vivente (Gn. 2: 7; Mt. 27: 50; Lc. 8: 55; At. 7: 59). É a essência da humanidade, pois ele é que torna a alma humana distinta da irracional. O espírito habilita a ter comunhão pessoal com o seu Criador. (2) Relacionado aos anjos. Os anjos são espíritos criados, sem a necessidade de corpos materiais. Este termo refere-se tanto aos anjos bons como aos maus (Mt. 8; 16; Mc. 1: 23; I Co. 2: 12; Lc. 1: 11; At. 5; 19; Hb. 2: 7). (3) “Espírito”, referindo-se a Deus. Quando se refere a Deus, tanto “ruach” e “pneuma” tem conotação especial, porque Ele é o “Espírito Eterno” (Hb. 9: 14). A palavra “espírito” não limita o Espírito Santo a um sentido figurado, ou a uma representação impessoal. Ele é um fato. É a terceira pessoa da Trindade.


3. A asseidade do Espírito Santo
O termo “asseidade” se refere a Deus. Os dicionários bíblicos a definem como um atributo de Deus pelo qual Ele existe por si mesmo. Logo, “asseidade” atribui-se exclusivamente a Deus e ao Espírito Santo, que é a manifestação da Divindade.

3. 1. Sua existência. O Espírito Santo é a expressão da unicidade de Deus. Jesus disse que o Pai tem vida em si mesmo (Jo. 5: 26). Se ao Pai pertence a mesma essência divina do Filho, o Espírito também possui existência própria e independência total.
Bibliografia
PEARLMAN, Myer, “Conhecendo as Doutrinas da Bíblia”, (trad. Lawrence Olson), Editora Vida, 1993.
Ângelo de Souza, Estevam, “Nos Domínios do Espírito”, CPAD, 1990.


OSVALDO VILELA
Presbítero da Assembleia de Deus Maceió / AL
Coordenador de Evangelismo e Missões na Assembleia de Deus, Aracauã – Maceió - AL;
Capelão Evangélico 
Teólogo ESTEADEB  / FAECAD

Pérolas Diárias

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"Se alguém vem a mim, e não aborrece a seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs e ainda a sua própria vida, não pode ser meu discípulo." Lucas 14.26.

Como já dissemos, o nome Jordão significa "descer". Mas ele ainda tem um segundo significado, ou seja, "separação". O Jordão separava o povo de Israel do deserto. Quando Israel atravessou este Jordão da morte, deixou para trás sua vida no deserto – uma representação da cruz. Nada nos separa tão radicalmente do deserto da nossa velha vida como o ato de atravessar este Jordão da morte, a confissão sincera: "Estou crucificado com Cristo." Paulo testificava que pela cruz estava separado de tudo: "Mas longe esteja de mim gloriar-me, senão na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo."
Aquele que não se identificar com a morte de Jesus separando-se de todas as coisas deste mundo, não será capaz de entrar na plenitude de Deus. É impressionante ver a incapacidade de muitos filhos de Deus. Eles param diante do Jordão. Querido leitor, atravesse hoje o Jordão da morte, aceite este caminho, o caminho do Cordeiro, o caminho da morte, e diga face a face com o Senhor: "Senhor, eu concordo em morrer contigo e abro mão de seguir meu próprio caminho"

sexta-feira, 29 de julho de 2016

COMEÇA HOJE O 14º CONGRESSO DE JOVENS.



Programação dos pregadores e cantores, que ministrarão no 14º Congresso de Jovens da igreja garanhuense.

PROGRAMAÇÃO.
Dia: 29JUL2016(sexta feira) Hora:18:30h.
Pregador: Evangelista Marcelo Teles (IEADPE/ Recife)
Cantor: Elísio Neto.
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Dia: 30JUL2016(sábado) Hora:18:30h.
Pregador: Pastor Waldemir Farias (IEADPE /Petrolina)
Cantores local.
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Dia: 31JUL2016(domingo) Hora:09:00h.
Manhã Missionária Pr Genivaldo Bento (Maceió - AL)
18:00h - Culto de encerramento
Pregador:  Pr Genival Bento (Maceió - AL)
Cantor: Jair Santos (Recife).
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