Lamentavelmente
em boa parte dos cultos evangélicos do país é possível encontrarmos ênfases e
doutrinas absolutamente antagônicas aos ensinos das Escrituras. Nessa
perspectiva não somente a palavra pregada em nossos encontros dominicais, mas
também as músicas entoadas em nossas reuniões estão desprovidas de verdades
bíblicas que em muito afrontam a Deus.
Isto
posto, elenco abaixo cinco razões
básicas porque as teologias da prosperidade e confissão positiva ofendem a
Deus:
1.
1- Pelo fato
de inequívoco de que as teologias da prosperidade e confissão positiva não
encontram fundamento bíblico nas Escrituras, afrontando o princípio protestante
da Sola Scriptura.
2- Pelo
fato indiscutível de que as teologias da prosperidade e confissão positiva são
antropocêntricas, humanistas e absolutamente focadas no bem estar do homem e
não na glória de Deus afrontando assim a verdade de que a glória pertence
somente a Deus (Soli Deo Gloria)
3- Pelo fato inquestionável de que as teologias da
prosperidade e da confissão positiva ofendem a Cristo, colocando no foco do
culto homens falíveis, cujos ministérios são messiânicos, ensimesmados e
blasfemos, opondo-se assim ao ensino bíblico de que a salvação da ira vindoura
deve-se exclusivamente a Cristo (Solus
Christus)
4- Pelo
fato irrefutável de que as teologias da prosperidade e da confissão positiva pregam
e defendem a fé na fé, afirmando entrelinhas que a salvação deve-se por obras,
e não por Cristo afrontando com isso a doutrina bíblica de que a salvação se dá
pela fé (sola fide) em
Cristo Jesus.
5- Pelo fato irrefragável de que as teologias da
prosperidade e confissão positiva negam entrelinhas a salvação pela graça
ensinando aos crentes que a salvação em Cristo se deve a contribuições,
ofertas, dízimos e primícias, negando com isso o pressuposto bíblico de que a
salvação se deve exclusivamente pela graça (Sola Gratia).
Pense nisso,
Renato Vargens

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