Eduardo Paes é mais uma vítima da herança deixada pela Jornada Mundial da Juventude.
Além da dívida milionária, o evento acaba de tornar o prefeito do Rio de
Janeiro réu em ação do Ministério Público por improbidade administrativa. Paes
assumiu os gastos de 7,8 milhões de reais com saúde da organização da JMJ que
deveriam ser pagos pela Igreja Católica e a Dream Factory. O processo está na
5ª Vara de Fazenda Pública.
A prefeitura informou que “considerando o caráter público e a
complexidade de um evento do porte da Jornada Mundial da Juventude, assumiu a
prestação de serviço de atendimento médico assim como acontece em grandes
eventos como o réveillon, Carnaval e grandes shows”. A contratação, segundo a
prefeitura, de empresas prestadoras de serviço foi realizada por meio de
licitação.

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