Mesmo após votar por unanimidade pelo fim dos dois
salários extras pagos ao ano pelo Congresso e criticar o benefício, a
maior parte dos senadores aceitou embolsar o dinheiro. O benefício, que
soma R$ 53,4 mil ao ano, ainda é pago porque a Câmara até hoje não votou
sua extinção. Durante a votação no Senado em maio, 15 senadores se
manifestaram contra os extras, mas em dezembro só três desses tomaram a
iniciativa de não ficar com o dinheiro: Pedro Taques (PDT-MT), Lindbergh
Farias (PT-RJ) e Rodrigo Rollemberg (PSB-DF). Os demais ficaram com o
15º salário de R$ 26,7 mil --que, junto do 13º e com o subsídio normal
de dezembro, elevou os contracheques do último mês do ano a R$ 80 mil
brutos. Informações da Folha de SP.
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