O
pedido de quebra do sigilo telefônico de Rosemary Noronha foi avaliada
por Ministério Público e Polícia Federal, mas acabou descartado como
forma de evitar atraso na Operação Porto Seguro.
O
raciocínio é que a existência de suspeita sobre políticos que possuem
foro privilegiado forçaria a investigação a ser remetida para outras
instâncias da Justiça. Ex-chefe de gabinete da Presidência da República
em São Paulo, Rosemary foi denunciada sob a acusação de participar de
esquema de venda de pareceres em órgãos do governo federal. (Informações da Folha S. Paulo)
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