Joaquim Barbosa, na condição de presidente do CNJ,
vai promover um acordo de cooperação com a Justiça estadual, federal,
eleitoral e os Tribunais de Contas para garantir o correto abastecimento
do Cadastro Nacional de Condenações Cíveis por Ato de Improbidade
Administrativa.
O objetivo é não deixar que os fichas sujas passem despercebido pelos
órgãos de controle no momento do registro das candidaturas.

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